terça-feira, 28 de julho de 2026

Família de trabalhador morto em acidente de trabalho em Mauá ingressa com processo na Justiça do Trabalho

A família do trabalhador Sidnei Natal Américo, 46 anos, morto em acidente de trabalho em dezembro do ano passado, em Mauá (SP), terá audiência inicial amanhã, dia 29 de julho, na 3ª Vara do Trabalho de Mauá (SP), em processo ajuizado contra a empresa de trabalho temporário responsável pela contratação e a empresa tomadora dos serviços. A ação, conduzida pelo advogado Eduardo Lemos Barbosa, especialista em indenizações, busca reparação por danos materiais e morais, além do pagamento de pensão mensal à mãe da vítima.

De acordo com a petição inicial, Sidnei morreu durante a jornada de trabalho nas dependências da indústria de reciclagem Plastpel, no setor de papelão. Segundo o documento, o trabalhador foi atropelado por um caminhão durante o descarregamento de materiais, no pátio da empresa.

O pedido foi apresentado pela mãe e pelas irmãs do trabalhador e requer o reconhecimento da responsabilidade das empresas pelos fatos narrados, com reparação pelos prejuízos decorrentes da morte durante a atividade laboral. Também foi solicitada tutela de urgência para a concessão imediata de pensão provisória à mãe, apontada como dependente econômica, em valor correspondente a dois terços da remuneração recebida pelo empregado.

O caso, segundo a petição inicial, está sendo apurado pelas autoridades competentes, com registros policiais e pedido de atuação do Ministério Público do Trabalho. O advogado Eduardo Lemos Barbosa afirma que o processo busca a responsabilização civil das empresas envolvidas e a compensação pelos prejuízos sofridos pelos familiares, conforme os fundamentos apresentados na petição inicial.


terça-feira, 14 de julho de 2026

De Beethoven ao beatbox: álbum inédito do Projeto Merlin reinventa os clássicos para o século XXI

 Uma viagem sonora onde o passado encontra o futuro. Em "Metamorfoses", o Projeto Merlin propõe um novo olhar sobre a música clássica, aproximando tradição, tecnologia e imaginação em um trabalho inédito na cena brasileira.


Projeto Merlin - Foto de Rodrigo Lopes

Há algo de profundamente fascinante quando uma obra atravessa séculos e continua encontrando novas formas de existir. É justamente nesse território entre memória e invenção que nasce "Metamorfoses", novo álbum do Projeto Merlin (@projetomerlin), que chega às plataformas digitais propondo uma experiência rara: ouvir a música clássica como se ela estivesse sendo criada agora.


Idealizado pelo músico, compositor e arranjador Marcelo Marcos Merlin, o trabalho apresenta releituras de grandes temas da tradição erudita sob uma perspectiva contemporânea, rompendo fronteiras entre gêneros, épocas e linguagens. 


A faixa de trabalho, "Clair de Lune", talvez seja o melhor cartão de visitas para essa proposta artística: um encontro surpreendente entre um dos temas mais reconhecidos da história da música e uma arquitetura sonora construída com elementos eletrônicos, timbres modernos e arranjos inovadores.


Com mais de três décadas de trajetória musical, Marcelo Marcos Merlin desenvolve em "Metamorfoses" uma pesquisa estética que dialoga tanto com a sofisticação da música de concerto quanto com a potência comunicativa da música popular contemporânea.


Influenciado por artistas como Jean-Michel Jarre, Yanni, César Camargo Mariano e Ivan Lins, ele cria uma linguagem própria, capaz de aproximar universos que tradicionalmente caminharam separados.


O resultado é um álbum que desafia classificações. Piano, sintetizadores, violino, harpa, metais, percussões e até elementos como beatbox convivem em arranjos que transitam pelo pop, eletrônico, dance, romântico e latino, sem perder de vista a essência das composições originais.


Além de revisitar clássicos, o Projeto Merlin propõe uma reflexão sobre permanência e transformação. O próprio título do álbum sintetiza essa ideia: as obras permanecem reconhecíveis, mas ganham novas cores, novos ritmos e novas possibilidades de escuta. É uma espécie de arqueologia do futuro, onde o repertório clássico deixa de ser peça de museu para voltar a pulsar no presente.


Em um cenário musical cada vez mais aberto a cruzamentos estéticos, "Metamorfoses" surge como uma contribuição original para a música clássica contemporânea brasileira. O álbum não busca substituir a tradição, mas expandi-la, demonstrando que Beethoven, Mozart e tantos outros compositores continuam vivos quando encontram intérpretes dispostos a imaginar novos caminhos.


O lançamento marca também um momento importante na trajetória do Projeto Merlin, que vem consolidando uma identidade artística baseada na fusão entre excelência musical, experimentação sonora e experiências imersivas. Uma proposta que transforma concertos em jornadas sensoriais e que agora ganha registro definitivo nas plataformas digitais.


Porque, afinal, algumas músicas atravessam o tempo. Outras reinventam o próprio tempo. "Metamorfoses" pertence a essa segunda categoria.


SERVIÇO: Lançamento: Álbum "Metamorfoses"
Artista: Projeto Merlin
Direção Musical, Arranjos e Composição: Marcelo Marcos Merlin
Faixa de trabalho: Clair de Lune 

Álbum Metamorfoses:  https://open.spotify.com/intl-pt/album/3xWl2toGAYyuYRb07YZ5zy


Site: www.projetomerlin.com.br
Instagram: @projetomerlin
YouTube: Projeto Merlin
Spotify: Projeto Merlin


https://www.youtube.com/watch?v=cTkOwj8gfq



segunda-feira, 13 de julho de 2026

A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II apresenta Fabi Yazbek

Luz, formas e texturas revelam novas maneiras de enxergar o mundo através da fotografia.

Na exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, cada olhar revela uma nova forma de enxergar o mundo. A mostra reúne artistas que transformam a fotografia em uma linguagem de contemplação, pesquisa estética e expressão sensível da realidade.

Hoje apresentamos Fabi Yazbek, artista visual cuja produção nasce do encontro entre sensibilidade, observação e experimentação estética. Seu trabalho revela um olhar atento à arquitetura, à natureza e aos detalhes do cotidiano, transformando formas, texturas, luz e composição em narrativas visuais de grande delicadeza e força expressiva.

Inspirada pela constante descoberta da beleza presente nos elementos mais simples, Fabi desenvolve uma pesquisa que transita entre a fotografia artística e a abstração. Suas obras exploram novas possibilidades de percepção da imagem, revelando que aquilo que parece comum pode adquirir significados surpreendentes quando observado com sensibilidade e profundidade.

Em sua produção, cor, estrutura e geometria dialogam de maneira harmoniosa, construindo composições que convidam o espectador a desacelerar o olhar e estabelecer uma relação mais íntima com a obra. Cada fotografia propõe uma experiência contemplativa, onde memória, emoção e percepção se entrelaçam em uma linguagem visual autoral.

A beleza também habita os detalhes. O olhar de Fabi Yazbek transforma o cotidiano em arte.

Ao transformar fragmentos do cotidiano em imagens poéticas, Fabi Yazbek reafirma a fotografia como uma forma de arte capaz de despertar novas interpretações sobre o mundo, valorizando a observação, a criatividade e a sensibilidade como elementos essenciais da experiência artística.

Sua participação em “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II” amplia a diversidade de linguagens presentes na mostra e evidencia a fotografia contemporânea como um território fértil para a experimentação, a reflexão e a construção de novas narrativas visuais.

A curadoria da exposição tem orgulho de integrar a programação oficial do XVI Festival Hercule Florence 2026, celebrando artistas que fazem da fotografia uma das mais relevantes formas de expressão da arte contemporânea.

Aguarde. Durante todo o mês de agosto, apresentaremos os fotógrafos participantes desta grande celebração da imagem, revelando diferentes trajetórias, pesquisas e formas de interpretar o mundo.

Entre arquitetura, natureza e abstração, Fabi Yazbek constrói uma linguagem visual marcada pela sensibilidade e pela poesia.

Serviço

Exposição: A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II
Período: 5 a 29 de agosto de 2026
Local: Centro de Convivência Cultural de Campinas
Evento: XVI Festival Hercule Florence 2026
Curadoria: Ligia Testa e Rosita Cavenaghi
Entrada: Gratuita


Núcleo Iêê apresenta o premiado espetáculo de dança “Tudo Que a Boca Come” no Sesc Pompeia

  O espetáculo reflete sobre a rotina dos entregadores de delivery, que atravessam distâncias para levar comida para as pessoas, muitas veze...