sábado, 21 de fevereiro de 2026

Projeto Sabores do Tempo inicia oficinas gratuitas em Perus sobre Gastronomia dos Afetos

No dia 21 de fevereiro de 2026 (sábado), às 15h, o projeto Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer, da Coletiva Tempero de Oyá (@temperode_oya), abre sua programação com a primeira atividade gratuita na Comunidade Cultural Quilombaque, em Perus, na Zona Noroeste de São Paulo. É nesse território de forte resistência cultural que a cozinha se transforma em espaço de formação, memória e articulação comunitária, como um laboratório de futuros possíveis.

Sabores do Tempo - Foto de Divulgação 


A abertura será com a roda de conversa “Nutrição e Saúde”, com Valéria Pássaro. A programação segue em 21 de março de 2026 (sábado), às 15h, com o encontro “Soberania alimentar: plantar e colher”, com Bruna Macedo. E em 18 de abril de 2026 (sábado), às 15h, Dani Souza conduz a roda de conversa “Racismo alimentar”. Todos os encontros são gratuitos e contam com tradução em LIBRAS.


Ao todo, serão três rodas de conversa que articulam alimentação, território e justiça social, promovendo reflexão crítica sobre saúde, autonomia alimentar e os atravessamentos do racismo estrutural no acesso à terra e à comida de qualidade. A proposta é criar um espaço de escuta e troca de saberes, reunindo moradores, educadores, agentes culturais e interessados na valorização das culturas alimentares tradicionais.


Contemplado pelo Programa VAI 2025/26, o projeto parte da crítica à visão que reduz o alimento a combustível, desconsiderando suas dimensões simbólicas, culturais e espirituais, e reafirma a comida como expressão de memória, território e identidade cultural.


A iniciativa aposta na gastronomia dos afetos como estratégia de emancipação — especialmente para mulheres periféricas, que historicamente encontram na cozinha uma ferramenta de sobrevivência e geração de renda. Ao valorizar o plantar, o colher e o cozinhar com ingredientes naturais, o projeto reafirma práticas sustentáveis e saberes ancestrais transmitidos entre gerações.


Além de ensinar técnicas culinárias, o Sabores do Tempo discute os fluxos migratórios que ajudaram a moldar bairros como Perus, refletir sobre desigualdades históricas no acesso à terra e à alimentação saudável e fortalecer o entendimento da comida como dimensão política da vida cotidiana.


Ao final do ciclo, será produzida uma cartilha colaborativa com conteúdos e reflexões desenvolvidos ao longo dos encontros, ampliando o alcance das discussões para outros territórios.


Sobre a Coletiva Tempero de Oyá

A Coletiva Tempero de Oyá foi criada em 2015 como homenagem à horta de Dona Iracema, em Perus, e à ancestralidade ligada a Iansã.

“A ideia era criar um coletivo que ensinasse o plantio e o preparo dos temperos, sabe? Um espaço onde a gente pudesse compartilhar o fazer com as mãos e também as histórias que vêm junto com cada receita. E aí esse prazer de ensinar, de contar as memórias dos nossos ancestrais dentro da cozinha, foi crescendo, foi ganhando corpo e hoje damos continuidade ao legado de vó Iracema.”


Desde então, a coletiva realiza ações sociais com distribuição de marmitas, oficinas para jovens, formações no Sesc SP, cursos na própria Quilombaque. Em 2024, o projeto recebeu o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) na Comunidade Cultural Quilombaque para um encontro sobre a história da cultura alimentar afro-brasileira.


Informações: https://www.instagram.com/temperode_oya/

Serviço: Projeto Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer
Realização: Coletiva Tempero de Oyá
21 de fevereiro de 2026 (sábado), às 15h - Roda de Conversa “Nutrição e Saúde”, com Valéria Pássaro.

21 de março de 2026 (sábado), às 15h - Roda de Conversa “Soberania alimentar: plantar e colher”, com Bruna Macedo

18 de abril de 2026 (sábado), às 15h - Roda de Conversa  “Racismo alimentar”, com Dani Souza 

Local: Comunidade Cultural Quilombaque - Tv. Cambaratiba, 05 – Perus, São Paulo – SP, 05202-010
Entrada: Gratuita - Inscrições no local. Acessibilidade: Tradução em LIBRAS


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Clarin Cia. de Dança apresenta “Terras de Águas e Cazumbas” e “ou 9 ou 80” no Sesc Santo André

De 21 a 28 de fevereiro de 2026, a Clarin Cia. de Dança (@clarinciadedanca) ocupa a área de convivência do Sesc Santo André com dois espetáculos que revelam a potência da cultura popular e das danças urbanas brasileiras. Sob direção do maranhense Kelson Barros (@kelsonbarroswangles), a companhia apresenta gratuitamente “Terras de Águas e Cazumbas” e o premiado “ou 9 ou 80”, sempre aos sábados, às 16h.

Foto - Denys Flores 


No dia 21 de fevereiro, o público confere “Terras de Águas e Cazumbas”, obra inspirada na última etapa do ciclo do bumba-meu-boi — a morte do boi — sob a perspectiva de grupos da Baixada Maranhense, especialmente dos municípios de Viana, Matinha e Monção. A montagem propõe uma dança folclórica contemporânea que evoca espiritualidade, memória e resistência, dando visibilidade a tradições mantidas longe dos grandes centros.


O espetáculo tem coreografias de Kelson Barros, Lucas Pardin e Richard Pessoa, elenco formado por Alex Araújo, Carla Brandão, Henri Araujo, Jhonatan Oliveira, Lilian Martins, Loke Wolf, Rafael Alexandre, Renata Damasco, Rick Morena e Weverton Souza, e Richard Pessoa como ensaiador. A trilha sonora é de Alysson Bruno, com consultoria e provocação de Jandir Gonçalves, cenografia e luz de Kelson Barros.


Encerrando a temporada, no dia 28 de fevereiro, também às 16h, a companhia apresenta “ou 9 ou 80”, vencedor do Prêmio APCA 2021 na categoria Melhor Espetáculo de Dança. O trabalho traça um paralelo entre São Paulo e Rio de Janeiro ao abordar episódios de violência nas periferias, refletindo sobre desigualdade, racismo, preconceito e resistência. A obra nasce do encontro de artistas com diferentes formações — capoeira, breaking, ballet, passinho, funk e danças brasileiras — e reafirma o passinho e dança urbana como potência de expressão e transformação.


A ficha técnica conta com direção artística de Kelson Barros, consultoria de passinho de Iguinho Imperador e intérpretes-criadores Alissin VK, Juju ZL, Lilian Martins, Mario MLK Bros, Pablinho MJ, RD Ritmado, Shoockiii, Weverton d’Souza e Yoshi Mhoroox. Figurino de Gabriela Araújo e Kelson Barros, trilha de DJ Seduty e Yure IDD, e produção de Maiko Prudencio e Vera Prudencio.


Serviço: Temporada Clarin Cia. de Dança no Sesc Santo André

Com Clarin Cia. de Dança
Onde: Área de convivência do Sesc Santo André -  R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André/SP

Grátis. Classificação Livre. 


Espetáculo “Terras de Águas e Cazumbas” - Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=VSwg-qol3Ck

21 de fevereiro de 2026 (sábado) - 16h
Sinopse: Na terra onde o rio se confunde com o chão e os tambores anunciam o fim e o recomeço, “Terras de Águas e Cazumbas” nasce como rito e dança. A Clarin Cia. de Dança oferece um olhar sensível sobre a morte do boi nos ciclos da Baixada Maranhense, entre os gestos de grupos dos municípios de Viana, Matinha e Monção. Com corpo presente e memória viva, o espetáculo reinventa tradições em movimento, celebrando a força de comunidades que mantêm acesa, longe dos grandes centros, a chama do bumba-meu-boi como legado e resistência. 60 minutos

Espetáculo “ou 9 ou 80” - Teaser “ou 9 ou 80”: https://www.youtube.com/watch?v=A6dlfp26v-M

28 de fevereiro de 2026 (sábado) - 16h
Sinopse: Com poesia e sensibilidade, o espetáculo exalta a necessidade do desenvolvimento humano em busca da felicidade. A história é contada através das letras do funk e dos corpos dos dançarinos, reverberando a dança urbana no coração de cada pessoa. Ao abordar episódios marcados pela violência nas periferias, a obra reafirma que, mesmo diante das dificuldades, é preciso celebrar a beleza da vida e a potência transformadora da arte. 60 minutos

Informações: Instagram: @clarinciadedanca -  Facebook: Clarin Cia de Dança

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Entre flores e travessias, Érica Nogueira integra a coletiva “Entre Mundos” em Campinas

 


A artista visual Érica Nogueira é uma das participantes da exposição coletiva “Entre Mundos”, que será aberta ao público em 10 de março, na Galeria Lígia Testa, em Campinas (SP). Reunindo artistas cujas obras atravessam culturas, memórias e sensibilidades, a mostra propõe um campo de reflexão sobre travessias simbólicas, identitárias e contemporâneas, sob curadoria de Lígia Testa e Rosita Cavenaghi (Art A3 – São Paulo).

Formada em Artes Plásticas pela FAAP e com especialização em Educação, Arte e Cultura pela USP, Érica atua como arte educadora desde 2000, dedicando-se ao trabalho com crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Sua prática pedagógica dialoga diretamente com a pesquisa artística, continuamente renovada por cursos e experiências formativas, como o Ateliê Vivo e Territórios da Invenção, com Stela Barbieri e Fernando Vilela.

Com trajetória marcada pela participação em exposições coletivas e publicações, a artista já apresentou seus trabalhos em mostras presenciais e online, incluindo iniciativas da Revista Creator e da Galeria Design-art, além de exposições realizadas em espaços como o Hilton Hotel e o Shopping Butantã, em parceria com a ABRASCI. No circuito internacional, sua presença em Paris e a seleção para o Carrossel do Louvre representam marcos relevantes de sua carreira.

As obras de Érica Nogueira são profundamente atravessadas pela experiência da maternidade e pelo período da pandemia, que impulsionaram um renascimento criativo. A partir de técnicas como aquarela e desenho com canetas profissionais, a artista elegeu as flores como elemento central de sua poética. Desde 2021, elas protagonizam autorretratos e séries emblemáticas — como “Mente Florindo”, “Flor-e-ser” e “Permita-se Florescer” — nas quais as imagens se tornam metáforas visuais de emoções, pensamentos e processos de transformação.

Em produções mais recentes, Érica explora autorretratos em movimento, nos quais se representa caminhando e espalhando flores, gesto simbólico que remete à sua própria trajetória e ao desejo de irradiar leveza, esperança e introspecção. Com cores vibrantes e uma linguagem sensível, seu trabalho convida o público a refletir sobre o cuidado com os sentimentos e a potência criadora que emerge mesmo em tempos desafiadores.

 


Serviço

Exposição: Entre Mundos
Artista participante: Érica Nogueira
Período: 10 de março a 10 de abril de 2026
Vernissage: 10 de março de 2026, das 17h às 22h
Local: Galeria Lígia Testa
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 1611 – Taquaral, Campinas (SP)
Curadoria: Lígia Testa e Rosita Cavenaghi
Entrada: Livre



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Mylene Costa realiza exposição individual institucional em Sunny Isles Beach (Miami)

A artista visual e escultora Mylene Costa realizou, em Miami, uma exposição individual institucional de esculturas no Sunny Isles Beach Government Center, como parte do programa cultural Art Uncorked, promovido pela City of Sunny Isles Beach Cultural Affairs.

A mostra apresentou um conjunto de esculturas que sintetizam a pesquisa escultórica desenvolvida pela artista nos últimos anos, com foco na relação entre corpo, tempo, matéria e permanência da forma. As obras dialogaram diretamente com a arquitetura do espaço público institucional, propondo uma experiência de contemplação contínua para o público que circula pelo edifício.


A exposição surgiu a partir de convite institucional, considerando a trajetória da artista e o amadurecimento de sua linguagem escultórica, marcada por uma investigação formal rigorosa e uma poética que atravessa a materialidade sem recorrer ao discurso narrativo explícito.

Com curadoria vinculada à City of Sunny Isles Beach Cultural Affairs, a mostra consolidou a presença de Mylene Costa no circuito institucional internacional, reforçando sua atuação entre o Brasil e os Estados Unidos e ampliando o alcance público de sua produção escultórica.

Além da exposição individual em Sunny Isles Beach, a artista também participou de outras ações em Miami, incluindo exposições em contexto de galeria e feira durante a Miami Art Week, fortalecendo sua inserção no cenário artístico local e internacional. No entanto, a exposição no Government Center configura-se como sua mostra solo institucional na cidade.

 

SOBRE O ARTISTA

A artista de Miami, Mylene Costa, é uma escultora brasileira de reconhecimento internacional, cujo trabalho se destaca pela força feminina, elegância formal e refinada sensibilidade estética. Nascida em Cuiabá, Brasil, construiu uma carreira sólida e autêntica, dividindo sua vida entre o Brasil e os Estados Unidos. Casada com Sérgio Jacinto Costa e mãe de três filhos, ela concilia com maestria a vida familiar, a produção rural e uma trajetória artística florescente. Sua escultura é linguagem e pensamento — um convite à contemplação do corpo, da forma e da memória. Com uma abordagem poética e plural, seu trabalho transita entre o figurativo e o abstrato, o estrutural e o simbólico, sem se limitar a restrições técnicas ou temáticas. Cada peça nasce da fusão entre intuição e reflexão, evocando questões sobre o tempo, a ancestralidade, as relações humanas e o silêncio das formas em expansão. Reconhecida por sua assinatura artística singular, Mylene já expôs em centros culturais da Europa, América Latina e Brasil, conquistando crescente visibilidade em importantes mostras de arte contemporânea e atraindo a atenção de críticos, curadores e colecionadores.

Mylene Costa é artista assessorada pela Cia Arte Cultura, empresa paulistana de marketing artístico que, há 19 anos, atua na orientação estratégica e no fortalecimento de carreiras de artistas visuais.

Site:  https://www.mylenecosta.com
Instagram: @mylenecostaart





terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Circo Teatro Palombar estreia “Somos Periferia” no Centro Cultural Arte em Construção

E se o palco virasse um rolê na quebrada e o público sentisse um pouco do que é ser jovem na periferia hoje? É essa a experiência que o Circo Teatro Palombar (@circopalombar) propõe em seu novo espetáculo “Somos Periferia”, que estreia no Centro Cultural Arte em Construção, em Cidade Tiradentes, na Zona Leste. Pensado especialmente para adolescentes e jovens, o espetáculo convida o público a se reconhecer na cena, no som e nas histórias que atravessam a juventude periférica.

Somos Periferia - Foto de Max Di Giosia 


No dia 31 de janeiro de 2026 (sábado), a apresentação acontece às 19h com entrada gratuita. Em fevereiro, o espetáculo segue temporada no Sesc Belenzinho.

Criado a partir da realidade onde o grupo vive — marca registrada do Palombar — o espetáculo “Somos Periferia!” assume Cidade Tiradentes como identidade e celebra o seu pertencimento a este bairro, retratando seus sons, imagens e vivências em cada música, em cada performance e em cada palavra em cena. 

Com uma linguagem atual, o espetáculo cria uma experiência imersiva que leva o público para dentro da realidade da juventude da Zona Leste — seus corres, afetos, sonhos, desafios e potências. Em cena, doze artistas, incluindo o poeta convidado Jé Versátil, se apresentam com trilha sonora ao vivo, misturando poesia slam, dança, projeções visuais e números de circo como acrobacias, lira, diabolo, rola-rola, homem-foca, monociclo e manipulação de objetos.

Não tem história única nem personagens fixos. O que rola no palco é um mosaico de vivências: o corre do dia a dia, o corpo em movimento, a palavra que denuncia e sonha, e o risco do circo como metáfora das escolhas da vida real.

O circo se cruza com o rap, o slam dança com a dança, e a poesia vira um manifesto coletivo. Passinho, ginga, gestos da rua e acrobacias se misturam em cenas que vibram no ritmo da cidade e da brasilidade da Zona Leste.

As músicas e poesias, criadas pelos próprios integrantes do grupo, falam de protagonismo jovem, da força das garotas da periferia, das relações com o território e dos desafios de crescer na quebrada hoje. A cena também traz referências vivas do bairro, como Pai Jair, a Escola de Samba Príncipe Negro, o futebol de várzea, as mães trabalhadoras, os artistas de rua, os camelôs do terminal de ônibus e a arquitetura marcada pelos prédios, resultado do projeto violento que construiu o maior conjunto habitacional da América Latina.

Essa diversidade também aparece nos ritmos que embalam o espetáculo — samba, rap, funk e rock — e revela um território jovem contado pelos próprios jovens, a partir do circo, da poesia e da música.

As projeções visuais do coletivo Coletores, também da Zona Leste e referência em vídeo mapping dentro e fora do Brasil, ampliam a experiência e transformam o espaço cênico na própria quebrada. As imagens ajudam o público a atravessar visualmente a realidade da juventude periférica e a se sentir parte dela.

“Somos Periferia” afirma, sem romantizar, que a periferia é lugar de invenção, pensamento e futuro. Feito por jovens que falam de si, para outros jovens, o espetáculo cria pontes de identificação, pertencimento e troca. É a juventude periférica valorizando seu protagonismo e transformando o palco em extensão da rua, da comunidade e da própria vida.

Informações: www.facebook.com/Circo.Palombar e www.instagram.com/circopalombar


Serviço: Estreia do espetáculo “Somos Periferia”
Com Circo Teatro Palombar

Sinopse: Um tambor ressoa, anunciando a identidade de um território pulsante e convidando o público a se reconhecer nele. Ser parte, ser Cidade Tiradentes. O ritmo encontra o passinho, a ginga se mistura ao movimento da cidade, onde o risco na lona do circo reflete os desafios e as potências da periferia. Entre acrobacias e malabarismos, dos becos aos picadeiros, floresce uma poesia urbana vibrante, onde juventude e brasilidade desse bairro se entrelaçam para afirmar: Somos Periferia. 

Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. Grátis

Onde: Centro Cultural Arte em Construção - Avenida dos Metalúrgicos, 2100 – Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo. Capacidade: 200 pessoas - Acessibilidade: rampa de acesso e banheiro - Não possui estacionamento

Quando: 31 de janeiro de 2026 (sábado) – 19h
Ficha Técnica - Coordenação Geral e Direção: Adriano Mauriz. Elenco: Anna Karolina, Giuseppe Farina, Guilherme Silveira Torres, Henrique Augusto, Henrique Nobre, Jessica Nascimento, Leonardo Galdino, Marcelo Inayá, Paulo Wesley, Vinicius Mauricio. Artistas Convidados: André Canário e Jé Versátil. Cenografia, Projeção e Animação: Coletivo Coletores. Produção e Adereços: Circo Teatro Palombar. Técnico de Iluminação: João Alves. Técnico de Projeção: Coletivo Coletores. Técnico de Som: JP Hecht. Figurino: Carlos Alberto Gardin. Direção de Movimento: Ronaldo Aguiar.  Orientação Acrobática: Mano a Mama. Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini de Souza. Arranjos  e Orientação Musical: Tete Purezempla. Composição Musical: Tita Reis. Orientação Vocal: Wilian Guedes.


Projeto Sabores do Tempo inicia oficinas gratuitas em Perus sobre Gastronomia dos Afetos

No dia 21 de fevereiro de 2026 (sábado), às 15h , o projeto Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer , da Coletiva Tempero de Oyá...